Victims' Reaction to Cyber-hate on Facebook: Contributions from the Theory of Planned Action

Authors

  • Sheyla Fernandes Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas, Brasil
  • Érika Melo Programa de Graduação do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas, Brasil
  • Marcikele Nascimento Programa de Graduação do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas, Brasil
  • Stelio Junior Programa de Graduação do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas, Brasil
  • Leogildo Alves Freires Programa de Graduação do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas, Brasil
  • Jesana Silva Programa de Graduação do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.36367/ntqr.9.2021.278-285

Keywords:

Cyber-hate, Intolerance, Facebook, Online Social Networks

Abstract

Cyber-hate is a multifaceted social phenomenon characterized by the expression of insults and humiliations directed at individuals and groups in cyber-space. It is an extremely damaging phenomenon that, due to the anonymity or emotional distance of the victims, happens on a recurring basis in virtual environments. Little attention has been directed to the victims' perspective on the offenses received. Thus, this study aims to investigate how victims respond to cyber-hate in the context of Facebook. A questionnaire was elaborated based on the Theory of Planned Action (TAP) constructs with the objective of analyzing the beliefs, attitudes and norms about the response with cyber-hate. The questionnaire was made available on Facebook pages previously selected for sexual activism, ethnic-racial activism, northeastern activism and political activism. It counted on the collaboration of 30 respondents. The collected data were transformed into a textual corpus and analyzed by the Iramuteq software, using the Descending Hierarchical Classification (CHD). Results: The corpus presented a total of 5540 occurrences, with 322 active forms and 138 text segments (ST) out of 172 (80.23%). CHD presented the division of content into 3 classes: Class 1 (“Behavioral Beliefs”), representing 43.5% of UCE’s and reflecting the advantages and disadvantages of responding to cyber-hate; Class 2 (“Control Beliefs”), representing 27.5% UCE’s and indicating the facilities and difficulties in facing cyber-hate; and Class 3 (“Normative Beliefs”), representing 28.99% UCE’s and highlighting the influence of third parties in the fight against cyber-hate. The results allowed to conclude that beliefs play a central role in the forms of reaction to cyber-hate in virtual environments. The theoretical and conceptual basis of TAP constitutes itself as a pertinent device for the investigation of this phenomenon in the scope of Facebook, corroborating with recent studies about digital intolerance in the Brazilian context.

References

Ajzen, I. (1991). The theory of planned behavior. Organizational behavior and human decision processes, 50(2), 179-211.

Ajzen, I., & Driver, B. L. (1991). Prediction of leisure participation from behavioral, normative, and control beliefs: An application of the theory of planned behavior. Leisure sciences, 13(3), 185-204.

Ajzen, I., & Fishbein, M. (2005). The Influence of Attitudes on Behavior. In D. Albarracín, B. T. Johnson, & M. P. Zanna (Eds.), The handbook of attitudes (p. 173–221). Lawrence Erlbaum Associates Publishers.

Amaral, A., & Coimbra, M. (2015). Expressões de Ódio nos Sites de Redes Sociai: O Universo dos Haters no caso #eunãomereçoserestuprada. Contemporanea, 13(1), 294–310.

Botti, N. C. L. (n.d.). Desafios Éticos e Suicídio na Pós-Modernidade. Cadernos Zygmunt Bauman, 9, 2–20.

Brasil. (1988). Constituição da república federativa do Brasil. Senado Federal, Centro Gráfico.

Camargo, B. V.; Justo, A. M. (2016) Tutorial para uso do software IRAMUTEQ. Laboratório de Psicologia Social da Comunicação e Cognição: Universidade Federal de Santa Catarina.

Chaia, V., & Brugnago, F. (2014). A nova polarização política nas eleições de 2014: Radicalização ideológica da direita no mundo contemporâneo do Facebook. Aurora. Revista de Arte, Mídia e Política, 7, 99-129. Disponível em https://revistas.pucsp.br/index.php/aurora/article/view/22032

Facebook. (2021). Facebook newsroom: company info. Disponível em: http://newsroom.fb.com/company-info/. Acessado em 17 de março de 2021.

Fernandes, Sheyla, Nascimento, Marcikele, Pereira, Alanda, Melo, Erika, & Carlos, Kathleen. (2020). Relações raciais digitais: um estudo sobre as formas de expressão da intolerância racial no Facebook. RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação, 38, 79-91. https://dx.doi.org/10.17013/risti.38.79-91

Fishbein, M., & Ajzen, I. (2011). Predicting and changing behavior: The reasoned action approach. Taylor & Francis.

Francis, J., Eccles, M. P., Johnston, M., Walker, A. E., Grimshaw, J. M., Foy, R., ... & Bonetti, D. (2004). Constructing questionnaires based on the theory of planned behaviour: A manual for health services researchers.

Freitas, L. C., & Santos, J. J. (2019). Dos Crimes Virtuais Cometidos Se Utilizando do Anonimato da Deep Web (pp. 1–19). ETIC 2019.

Hoepfner, S. (2014). Apontamentos sobre a questão ético-midiática do discurso de ódio na rede social. Esferas, 5(4). https://doi.org/10.19174/esf.v0i4.5264

Junior, J. A. S. (2018). Análise Dos Preditores Da Intenção De Utilizar a Rede Social Facebook: Uma Aplicação Da Teoria Da Ação Planejada. In UFAL - Universidade Federal De Alagoas.

Marques, T. P., Marques-Pinto, A., & Alvarez, M.-J. (2016). Estudo psicométrico da Escala de Avaliação dos Riscos e Oportunidades dos jovens utilizadores do Facebook. Revista Iberoamericana de Diagnóstico e Avaliação Psicológica, 41, 145–158.

Marques, T., Marques-Pinto, A., Alvarez, M., & Pereira, C. (2018). Facebook: Risks and Opportunities in Brazilian and Portuguese Youths with Different Levels of Psychosocial Adjustment. The Spanish Journal of Psychology, 21, E31. doi:10.1017/sjp.2018.34

Martins, A. C. L. (2019). Hate speech in social networks and recognition of the other: The M. case. Revista Direito GV, 15(1), 1–30. https://doi.org/10.1590/2317-6172201905

Mello e Marques, N. E., & Nobre, T. L. (2021). Uma reflexão sobre o discurso de ódio nas redes sociais brasileiras. IROCAMM, 1(4), 73–88.

Mittmann, S. (2011). Alguns apontamentos sobre militância digital. Ed. Universitária, 119–139.

Pelbart, P. (2019). O mimimi como categoria biopolítica. Cadernos de Subjetividade, 13(20), 99–104.

Quandt, T., & Festl, R. (2017). Cyberhate. The international encyclopedia of media effects, 1-8.

Ramos, M. G., Lima, V. M. R., & Amaral-Rosa, M. P. (2018). Contribuições do software IRAMUTEQ para a Análise Textual Discursiva. Congresso Ibero-Americano Em Investigação Qualitativa, 1, 505–514.

Roazzi, A., Almeida, N. D., Souza, B. C., & Roazzi, M. (2014). Da Teoria da Ação Racional à Teoria da Ação Planejada : Modelos para explicar e predizer o comportamento. Revista Amazônica, 13(1), 175–208.

Rocha, J. L. A. D., & Mendes, A. P. T. (2020). Cartilha de orientação para vítimas de discurso de ódio. Fundação Getúlio Vargas.

Rosado, L. A. S., & Tomé, V. M. N. (2015). As redes sociais na internet e suas apropriações por jovens brasileiros e portugueses em idade escolar. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 96(242), 11–25.

Silva, L. R. L., & Botelho-Francisco, R. E. (2020). Gestão de conteúdo de Ódio no Facebook: um estudo sobre haters, trolls e naysayers. P2P E Inovação, 6, 38–56.

Souza, M. A. R., Wall, M. L., Thuler, A. C. M. C., Lowen, I. M. V., & Peres, A. M. (2018). O uso do software IRAMUTEQ na análise de dados em pesquisas qualitativas. Revista Da Escola de Enfermagem Da USP, 52, 1–7.

Statista. (2021). Número de usuários ativos mensais de Facebook em todo o mundo a partir do 4o trimestre de 2020 (em milhões). https://www.statista.com/statistics/264810/number-of-monthly-active-facebook-users-worldwide/

Zenha, L. (n.d.). Redes sociais online: o que são as redes sociais e como se organizam? Caderno de Educação, 49, 19–42.

Published

2021-07-08

How to Cite

Sheyla Fernandes, Érika Melo, Marcikele Nascimento, Stelio Junior, Leogildo Alves Freires, & Jesana Silva. (2021). Victims’ Reaction to Cyber-hate on Facebook: Contributions from the Theory of Planned Action. New Trends in Qualitative Research, 9, 278–285. https://doi.org/10.36367/ntqr.9.2021.278-285

Issue

Section

Chapters

Similar Articles

You may also start an advanced similarity search for this article.