O papel da educação interprofissional no processo de reorientação da formação em saúde

Autores

  • Edlaine Faria de Moura Villela Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás, Brasil
  • Thania Maria Diniz Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás, Brasil
  • Bruno Rodrigues Ferreira Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás, Brasil
  • Maria Gisélia da Silva Rocha Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás, Brasil
  • Leilineia Pereira Ramos de Rezende Garcia Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás, Brasil
  • Tamara Rodrigues Lima Zanuzzi Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.36367/ntqr.8.2021.313-322

Palavras-chave:

Aprendizagem Baseada em Problemas, Equipe de Saúde, Formação Profissional em Saúde, Relações Interprofissionais

Resumo

Introdução: No Brasil, nos últimos anos, vem sendo verificado um esforço para incorporar a educação interprofissional nas políticas indutoras de reorientação profissional em saúde. Nesse contexto, destaca-se o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, fundamentado na tríade ensino-serviço-comunidade. Objetivos: Descrever experiências e conhecimentos construídos coletivamente na implementação do PET-I no contexto das práticas da educação interprofissional no município de Jataí, Goiás. Métodos: Estudo descritivo exploratório, de abordagem qualitativa, fundamentado nas bases teórico-conceituais e metodológicas da educação interprofissional, realizado entre agosto de 2019 e novembro de 2020. Resultados: Todos os participantes de cada etapa da pesquisa apresentaram uma atitude positiva e receptiva em relação ao trabalho interprofissional, mencionando que ele promove resultados benéficos, especialmente para a resolutividade da atenção e da segurança dos usuários. Em alguns momentos, porém, verificaram-se visões estereotipadas sobre as profissões. Foi marcante o pensamento de que a EIP é algo muito bom, que apresenta vantagens, mas é muito difícil fazê-la e conseguir disseminá-la para todos os profissionais ou trabalhar de fato em equipe. Conclusões: Ao analisar as percepções dos participantes percebemos que as habilidades e conhecimentos propostos pelo PET-I para uma formação interprofissional podem superar a mecanização e as visões fragmentadas do cuidado em saúde, resultando em uma formação humanizada, integrada e que pode gerar novas respostas às atuais necessidades.

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Publicado

2021-07-08

Como Citar

Edlaine Faria de Moura Villela, Thania Maria Diniz, Bruno Rodrigues Ferreira, Maria Gisélia da Silva Rocha, Leilineia Pereira Ramos de Rezende Garcia, & Tamara Rodrigues Lima Zanuzzi. (2021). O papel da educação interprofissional no processo de reorientação da formação em saúde. New Trends in Qualitative Research, 8, 313–322. https://doi.org/10.36367/ntqr.8.2021.313-322