##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Ana Carolina dos Santos da Silva

Mara Quaglio Chirelli

Kátia Terezinha Alves Rezende

Silvia Franco da Rocha Tonhom

Cássia Regina Fernandes Biffe Peres

Danielle Abdel Massih Pio

Abstract

Introduction: The adoption of systematization of nursing care is an important tool for the organization of practice, however, there are difficulties in performing it in Primary Health Care (PHC). Objective: Analyze how nurses perform the systematization of nursing care (SNC) in the Family Health Strategy. Methods: This is a qualitative, exploratory and descriptive research, the data were collected through semi-structured interviews, with an intentional sample of 19 nurses. Data analysis was carried out through Content Analysis, thematic modality. Results: There is a diversity of references in the perform of the SNC, with no definition of guidelines by the municipal management. With the implementation of the e-SUS (a strategy to restructure Primary Care information at the national level, developed by the Brazilian national health system) and the electronic medical record, new challenges arose, requiring the training of professionals to understand the new logic of carrying out and registering the care provided. Conclusions: The thematic analysis contributed to the identification of the challenges and strategies for the implementation of the CNS in PHC.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Section
Empirical Studies with Methodological Reflection

How to Cite

Ana Carolina dos Santos da Silva, Mara Quaglio Chirelli, Kátia Terezinha Alves Rezende, Silvia Franco da Rocha Tonhom, Cássia Regina Fernandes Biffe Peres, & Danielle Abdel Massih Pio. (2021). Systematization of Health Care: An Interview with Nurses from Primary Health Care. New Trends in Qualitative Research, 8, 778–795. https://doi.org/10.36367/ntqr.8.2021.778-795
References

Barros, A. L. B. L. de, Silva, V. M. da, Santana, R. F., Cavalcante, A. M. R. Z., Vitor, A. F., Lucena, A. de F., Napoleão, A. A., Lopes, C. T., Primo, C. C., Carmona, E. V., Duran, E. C. M., Butcher, H. K., Lopes, J. de L., Díaz, L. J. R., Cubas, M. R., Brandão, M. A. G., Lopes, M. V. de O., Nóbrega, M. M. L. da, Almeida, M. de A., Souza, P. A. de, Butcher, R. de C. G. e S., Jensen, R., Silva, R. S. da, Morais, S. C. R. V., Chianca, T. C. M. & Santos, V. B. (2020). Contribuições da rede de pesquisa em processo de enfermagem para assistência na pandemia de COVID-19. Revista Brasileira de Enfermagem, 73(Supl. 2), e20200798. doi.org/10.1590/0034-7167-2020-0798

Cavalcante, M. D. M. A., Larocca, L. M., Chaves, M. M. N., Cubas, M. R., Piosiadlo, L. C. M., & Mazza, V. de A. (2016). Terminologia de enfermagem como instrumento do processo de trabalho do enfermeiro em saúde coletiva. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 50(4), 610-616. doi.org/10.1590/S0080-623420160000500010

Fertonani, H. P., P., D. E. P. de, Biff, D. & Scherer, M. D. dos A. (2015). Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios para a atenção básica brasileira. Ciência & Saúde Coletiva, 20(6), 1869-1878. Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios para a atenção básica brasileira. Ciência & Saúde Coletiva, 20(6), 1869-1878. doi.org/10.1590/141381232015206.13272014

Freitas, G. M., & Santos, N. S. (2014). Atuação do enfermeiro na atenção básica de saúde: revisão integrativa de literatura. Revista de Enfemagem do Centro Oeste Mineiro, 4(2), 1194-1203. doi.org/10.19175/recom.v0i0.443

Gontijo, T. L., Lima, P. K. M., Guimarães, E. A. de A., Oliveira, V. C. de, Quites, H. F. de O., Belo, V. S. & Cavancante, R. B. (2021). Informatização da atenção primária à saúde: o gestor como agente de mudança. Revista Brasileira de Enfermagem, 74(2), e20180855. doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0855

Instituto Brasileira de Geografia e Estatística. (2010). População no último censo [2010]. https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/marilia/panorama

Kahl, C., Meirelles, B. H. S., Lanzoni, G. M. de M., Koerich, C., & Cunha, K. S. da (2018). Ações e interações na prática clínica do enfermeiro na Atenção Primária à Saúde. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 52, e03327. doi.org/10.1590/s1980-220x2017025503327

Herdman, T. H. & Kamitsuru, S. (2018). Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação 2018-2020 (11ª ed.) (Gracez, R. M., trad). Artmed. (trabalho original publicado em 2017).

Minayo, M. C. S. (2014). O Desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde (14ª ed.). Hucitec.

Oliveira, M. R. de, A., P. C. de, Moreira, T. M. M., & T., R. A. M. (2019). Sistematização da assistência de enfermagem: percepção e conhecimento da enfermagem Brasileira. Revista Brasileira de Enfermagem, 72(6), 1547-1553. doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0606

Paula, M. d., Peres, A. M., Bernardino, E., Eduardo, E. A., Sade, P. M., & Larocca, L. M. (2014). Characteristics of the nurses’ work process in the family health strategy. Revista Mineira de Enfermagem, 18(2), 463-470. doi.org/ 10.5935/1415-2762.20140034

Resolução Nº 358, de 11 de outubro de 2009. (2009). Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem e dá outras providências. Conselho Federal de Enfermagem. http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-3582009_4384.html

Resolução Nº 466, de 12 de dezembro de 2012. (2012). Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos.Diário Oficial da União, Brasília, DF.

Resolução Nº 429, de 11 de junho de 2012. (2012). Dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios da enfermagem, independente do meio de suporte – tradicional ou eletrônico. Conselho Federal de Enfermagem. http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-n-4292012_9263.html

Resolução Nº 564, de 06 de dezembro de 2017. (2017). Aprovação do novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, conforme o anexo desta Resolução, para observância e respeito dos profissionais de Enfermagem. Conselho Federal de Enfermagem. http://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-5642017_59145.html

Santos, D. de S., M., S. M., & Merhy, E. E. (2018). Processo de trabalho na Estratégia de Saúde da Família: potencialidades da subjetividade do cuidado para reconfiguração do modelo de atenção. Ciência & Saúde Coletiva, 23(3), 861-870. doi.org/10.1590/141381232018233.03102016

Silveira, V. da, Silva, K. C. da, & Hertel, V. L. (2016). Sistematização da assistência de enfermagem na saúde da família: percepção dos acadêmicos de enfermagem. Revista de Enfermagem UFPE on line, 10(11), 3892-3900. doi.org/10.5205/reuol.9881-87554-1-EDSM1011201610

Viegas, S. M da F.., & Penna, C. de M. (2013). A Construção da Integralidade no Trabalho Cotidiano da Equipe Saúde da Família. Escola Anna Nery, 17 (1), 133-141. doi.org/10.1590/S1414-81452013000100019

World Organization of Family Doctors. (2009). Classificação Internacional de Atenção Primária (CIAP 2) (2ª ed.). Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. http://www.sbmfc.org.br/wp-content/uploads/media/file/CIAP%202/CIAP%20Brasil_atualizado.pdf

Similar Articles

You may also start an advanced similarity search for this article.