##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Mirian Dias dos Santos https://orcid.org/0000-0003-3324-5154

Cássia Regina Fernandes Biffe Peres https://orcid.org/0000-0002-8430-0400

Sílvia Franco da Rocha Tonhom https://orcid.org/0000-0001-7522-2861

Magali Aparecida Alves de Moraes https://orcid.org/0000-0001-5888-1638

Luciana Cristina Parenti https://orcid.org/0000-0003-4186-7914

Abstract

Introduction: Despite advances in health services in providing prevention technologies, the incidence of HIV in the Brazilian population continues to increase, especially in males. In view of this finding, it is possible to observe the difficulty that these people face in their daily lives in relation to treatment and support networks. Thus, this research started from the following question: “What are the experiences and meanings of being diagnosed and living with HIV and the implications for everyday life?” Objectives: To understand the feelings of men living with HIV. Method: Qualitative research, carried out through semi-structured interviews with 35 men who are monitored at a Specialized Assistance Service for HIV/AIDS in the interior of the state of São Paulo, Brazil. The contents of the interviews were submitted to content analysis, in the thematic mode. Results: The analysis made it possible to emerge three themes related to feelings, namely, fear, guilt and loneliness. Conclusion: The serological condition brought the need to deal with different situations, and the reorganization of this phase leads to a change in the meaning of life. It was identified as a learned knowledge that HIV has no face, thus, the relaxation of protection measures are practices that should not occur, although they are neglected. Health education was considered a powerful strategy to expand knowledge for disease prevention and health promotion, especially with regard to the transmission of HIV and other Sexually Transmitted Infections. In this sense, the importance of bonding and welcoming health professionals was highlighted.

Downloads

Download data is not yet available.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Section
Empirical Studies with Methodological Reflection

How to Cite

Mirian Dias dos Santos, Cássia Regina Fernandes Biffe Peres, Sílvia Franco da Rocha Tonhom, Magali Aparecida Alves de Moraes, & Luciana Cristina Parenti. (2022). LIVING WITH HIV: MEN’S FEELINGS. New Trends in Qualitative Research, 13, e692. https://doi.org/10.36367/ntqr.13.2022.e692
References

Bardin, L. (2016). Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70.

Brasil. Ministério da Saúde. (2020). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Boletim epidemiológico especial HIV/Aids 2020. Brasília. https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/boletins-epidemiologicos/especiais/2020/boletim-hiv_aids-2020-internet.pdf

Caliari, J. S., Teles, S. A., Reis, R. K., & Gir, E. (2017). Fatores relacionados com a estigmatização percebida de pessoas vivendo com HIV. Revista Escola Enfermagem da USP, 51. https://doi.org/10.1590/S1980-220X2016046703248

Damião, M., & Fontes, P. V. (2021). Medo: o novo mal-estar da humanidade. Griot Revista de Filosofia, 21(2), 191-198. https://doi.org/10.31977/grirfi.v21i2.2384

Dantas, M. S., Abrão, F. M. S., Costa, S. F. G., & Oliveira, D. C. (2015). HIV/AIDS: significados atribuídos por homens trabalhadores da saúde. Escola Anna Nery, 19(2), 323-330. https://doi:10.5935/1414-8145.20150044

Galano, E., Turato, E. R., Delmas, P., Côté, J., Gouvea, A. F. T. B., Succi, R. C. M., & Machado, D. M. (2016). Vivências dos adolescentes soropositivos para HIV/aids: estudo qualitativo. Revista Paulista de Pediatria, 34(2), 171-177. https://doi:10.1016/j.rppede.2015.08.019

Gontijo, D. T., Cunha, A. P. G., Riccioppo, M. R. P. L., Molina, R. J., & Medeiros, M. (2013). Deixo ela no canto e vou tocar minha vida: significados de viver com HIV para homens com adesão irregular à terapia antirretroviral. Revista Brasileira Promoção Saúde, 26(4), 480-488. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40831096005

Ivo, M. A. S., & Freitas, M. I. F. (2014). Representações de corpo de pessoas com HIV/AIDS: entre a visibilidade e o segredo. Reme Revista Mineira de Enfermagem, 18(4). https://doi:10.5935/1415-2762.20140065

Jesus, G. J., Oliveira, L. B., Caliari, J. S., Queiroz, A. A. F. L., Gir, E., & Reis, R. K. (2017). Dificuldades do viver com HIV/Aids: entraves na qualidade de vida. Revista Acta Paulista Enfermagem, 30(3), 301-307. https://doi:10.1590/1982-0194201700046

Lei nº 12.984/2014 da Presidência da República (2014). Brasília. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12984.htm

Lei nº 11.199/2002 da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (2002). São Paulo. https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2002/lei-11199-12.07.2002.html

Minayo, M. C. S., Deslandes, S. F., & Gomes, R. (2016). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes.

Moreira, V., Bloc, L., & Rocha, M. (2012). Significados da finitude no mundo vivido de pessoas com HIV/AIDS: um estudo fenomenológico. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 12(2), 554-571. https://doi.org/10.12957/epp.2012.8282

Paschoal, E. P., Espírito Santo, C. C., Gomes, A. M. T., Santos, E. I., Oliveira, D. C., & Pontes, A. P. M. (2014). Adesão à terapia antirretroviral e suas representações para pessoas vivendo com HIV/AIDS. Escola Anna Nery Revista Enfermagem, 18(1), 32-40. https://doi: 10.5935/1414-8145.20140005

Patrício, A. C. F. A, Silva, I. B. N., Ferreira, M. A. M., Rodrigues, B. F. L., Silva, R. F., Nascimento, J. A., & Silva, R. A. R. (2019). Depressão, autoestima, expectativa futura e esperança de vida de pessoas com HIV. Revista Brasileira Enfermagem, 72(5), 1288-1294. https://doi:10.1590/0034-7167-2018-0730

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. (2017). Guia de terminologia do Unaids. Brasília: UNAIDS Brasil. https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WEB_2017_07_12_GuiaTerminologia_UNAIDS_HD.pdf

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. (2021a). Estatísticas globais sobre HIV 2021. Brasília: UNAIDS Brasil. https://unaids.org.br/estatisticas/#:~:text=37%2C6%20milh%C3%B5es%20%5B30%2C,relacionadas%20%C3%A0%20AIDS%20em%202020

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. (2021b). Guia viver em positivo: guia rápido sobre direitos para jovens vivendo com HIV. Brasília: UNAIDS Brasil.

Ribeiro, A. F., Veras, M. A. S. M., & Guerra, M. A. T. (2015). Epidemiologia da infecção pelo HIV/aids. In R. Focaccia (Ed.). Tratado de infectologia (5ª ed., pp. 171-186). Atheneu: São Paulo.

Sá, A. A. M. S., & Santos, C. V. M. (2018). A vivência da sexualidade de pessoas que vivem com HIV/Aids. Revista Psicologia Ciências e Profissão, 4, 773-786. https://doi.org/10.1590/1982-3703000622017

Sabino, E. C., Barreto, C. C., & Sanabani, S. S. (2015). Etiologia e subtipos do HIV. In R. Focaccia (Ed.). Tratado de infectologia (5ª ed., pp. 165-171). Atheneu: São Paulo.

Souza, T. R. C. (2008). Impacto psicossocial da AIDS: enfrentamento, perdas...ressignificando a vida. São Paulo: Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS.

Souza, H. C., Mota, M. R., Alves, A. R., Lima, F. D., Chaves, S. N., Dantas, R. A. E., Abdelmur, S. B. M., & Mota, A. P. V. S. (2019). Análise da adesão ao tratamento com antirretrovirais em pacientes com HIV/Aids. Revista Brasileira de Enfermagem, 72(5), 1295-1303. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0115

Teixeira, D. (2016). Atenção à saúde do homem: análise da sua resistência na procura dos serviços de saúde. Revista Cubana de Enfermería, 32(4). http://revenfermeria.sld.cu/index.php/enf/article/view/985

Turato, E. R. (2003). Tratado da metodologia da pesquisa, clínico-qualitativa: construção teórico-epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas de saúde e humanas. (5ª ed). Petrópolis: Vozes.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. (2020). TeleCondutas: HIV: acompanhamento e tratamento de pessoas vivendo com HIV/AIDS na Atenção Primária à Saúde: versão digital 2020. Porto Alegre: UFRGS. https://www.ufrgs.br/telessauders/teleconsultoria/0800-644-6543/#telecondutas-0800