Compreendendo os sentimentos de idosos encarcerados

Autores

  • Alessandra Minervina dos Santos Lopes Faculdade de Medicina de Marília - SP, Brasil
  • Maria Fernanda Pereira Gomes Universidade Paulista, Assis – SP, Brasil
  • Elza de Fátima Ribeiro Higa Faculdade de Medicina de Marília - SP, Brasil
  • Maria José Sanches Marin Faculdade de Medicina de Marília - SP, Brasil
  • Carlos Alberto Lazarini Faculdade de Medicina de Marília - SP, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.36367/ntqr.3.2020.400-410

Palavras-chave:

Idoso; Prisioneiros; Emoções.

Resumo

Introdução: Idosos que vivem sob condições adversas, como é o caso dos privados de liberdade, necessitam, após o encarceramento, readaptar seus hábitos de vida, tanto na gestão do tempo do quotidiano prisional, como na gestão das relações sociais, profissionais e familiares. Objetivos: compreender os sentimentos do idoso encarcerado. Métodos: Pesquisa qualitativa, fundamentada nos pressupostos da Hermenêutica-Dialética. Participaram 42 idosos encarcerados de quatro penitenciárias da região oste do estado de São Paulo, Brasil. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas semiestruturadas. Resultados: Da análise dos dados obtidos na pergunta “Fale sobre o sentido do seu encarceramento. Como é isso para você? E para seus familiares? foi possível identificar cinco categorias analíticas referente aos sentimentos dos idosos encarcerados, entre elas o sentimento de arrependimento, a perda do convívio familiar, as repercussões familiares, a perda da liberdade e a sensação de injustiça. Considerações: Considerando que o objetivo dessa pesquisa foi compreender os sentimentos dos idosos em relação ao encarceramento, pode-se identificar as diferentes construções que os mesmos utilizaram para expressar suas percepções a respeito desses sentimentos.

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Publicado

2020-07-08

Como Citar

Lopes, A. M. dos S. ., Gomes, M. F. P. ., Higa, E. de F. R. ., Marin, M. J. S., & Lazarini, C. A. . (2020). Compreendendo os sentimentos de idosos encarcerados. New Trends in Qualitative Research, 3, 400–410. https://doi.org/10.36367/ntqr.3.2020.400-410