The construction of the Place of Listening and Place of Speech by a Facilitator of Peacemaking Circles in a Women's Penitentiary
##plugins.themes.bootstrap3.article.main##
Abstract
Introduction: The text aims to understand the potential of the Peacebuilding Circle to understand the importance of listening in the construction of the place of speech of women. Methodology consists of an experience report based on the author's experience, as a facilitator in the conduct of groups with prisoner women in a public penitentiary, using the methodology of Circles. Results: this article demonstrates the importance of this experience of exchanges between the facilitator and the women, participants of the research, for the construction and understanding of the place of speech from the place of listening that the author experienced, which in the improvement and use of this helped for the empowerment of women. Final considerations: dialogicity marks this experience of affecting, but also be affected by the circular process of storytelling among women with diverse gender experiences, which contributed to the search for new critical readings triggering processes of change in the participants.
##plugins.themes.bootstrap3.article.details##
How to Cite

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
openAccess
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). (2015). Justiça Restaurativa do Brasil: a paz pede a palavra. Cartilha. https://www.amb.com.br/jr/docs/cartilha.pdf
Almeida, S. (2019). Racismo Estrutural (Feminismos Plurais). Pólen Livros.
Beth, J. (2019). Empoderamento (Feminismos Plurais). Pólen Livros.
Borges, J. (2019). Encarceramento em massa (Feminismos Plurais). Pólen Livros.
Brasil, Conselho Nacional de Justiça. (2015). Resolução nº 225: dispõe sobre a Política. https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/2289
Brasil, Conselho Nacional de Justiça. (2019). Mapeamento dos Programas de Justiça Restaurativa. Seminário de Justiça Restaurativa. https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/2289
Brasil (1988). Constituição da República Federativa do Brasil http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm>
Brasil, (2006). Lei Nº 11.343, de 23 de agosto- Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas – Sisnad. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11343.htm
Brasil, Lei 7.210, de 11 de julho de (1984) – Lei de Execução Penal. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7210.htm
Brasil, Ministério da Justiça e da Segurança Pública Departamento Penitenciário Nacional. (2018). Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias INFOPEN Mulheres. http://depen.gov.br/DEPEN/depen/sisdepen/infopen-mulheres/infopenmulheres
Daltro, M. R., & Faria, A. A. (2019). Relato de experiência: Uma narrativa científica na pós-modernidade. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 19(1), 223-237. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812019000100013&lng=pt&tlng=pt.
Dantas, V. L. Linhares, A. M. B. (2014). Círculos de Cultura: problematização da realidade e protagonismo popular. II Caderno de educação popular em saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Departamento de Apoio à Gestão Participativa. – Brasília: Ministério da Saúde, p.74-78 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/2_caderno_educacao_popular_saude.pdf.
Freire, P. (2013) Pedagogia do Oprimido. 1º ed (eBook). São Paulo: Editora Paz e Terra.
S/A.Harding, S. (1987). Feminismo e Methodologia. Indiana University Press.
Kilomba, G. (2019). Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Trad. Jess Oliveira. 1. Ed. Rio de Janeiro: COBOGÓ
Miranda, D. M., Lopes, D. F. (2019) Do ciclo do crime ao círculo de paz: a aplicabilidade dos círculos restaurativos em unidades prisionais. Vertentes do Direito. Vol. 06, n. 1. ISSN nº 2350106. https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/direito/article/view/6855/15299.
Narvaz, M. G., & Koller, S.H. (2006). Metodologias feministas e estudos de gênero: articulando pesquisa, clínica e política. Psicologia em Estudo, 11(3), 647-654. https://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722006000300021. https://www.scielo.br/j/pe/a/NGxfm9MK4wBdpJ7twQzvfYM/abstract/?lang=pt >
Neves, S. & Nogueira, C. (2005). Metodologias feministas: a reflexividade ao serviço da investigação nas ciências sociais. Psicologia: Reflexão e Crítica, 18(3), 408-412. https://doi.org/10.1590/S0102-79722005000300015. https://www.scielo.br/j/prc/a/ZMkjGGcWRPMvKLFWZ94xfHf/?format=pdf&lang=pt.
Nogueira, I., P. (2017). Lugar de fala, lugar de escuta: criação sonora e performance em diálogo com a pesquisa artística e com as epistemologias feministas. Revista Vórtex, v.5, n.2. p.1-20.
Pelizzoli, M. L. (2014). Círculos de Diálogo: Base Restaurativa para a Justiça e os Direitos Humanos. Silva, Eduardo F., Gediel, José A. P. Trauczynski, Silvia C. (orgs) Direitos humanos e políticas públicas. Universidade Positivo. p. 432.
Pranis, K. (2017). Processos Circulares de Construção de Paz. Tradução Tônia Van. 1ª Ed. Palas Athenas.
Pranis, K. & Boyes-Watson, C. (2011) No coração da esperança. Guia de práticas restaurativas. TJE-RS/AJURIS.
Raimundo, Jader Sebastião, Cadete, Matilde Meire Miranda. (2012). Escuta qualificada e gestão social entre os profissionais de saúde. Acta Paulista de Enfermagem, 25(spe2), 61-67. https://doi.org/10.1590/S0103-21002012000900010
Ribeiro, D. (2019). Lugar de Fala (Feminismos Plurais). Pólen Livros.
Schimanski, E., Pereira, M. C & Paula E. F. (2017) Epistemologia Feminista e Ciências Sociais. Las encrucijadas abiertas de América Latina La Sociologia en tiempos de cambio. XXXI Congresso Alas, Uruguay. https://www.easyplanners.net/alas2017/opc/tl/5585_edina_schimanski.pdf