O uso de psicofármacos e/ou psicotrópicos: Uma revisão integrativa

Autores

  • Beatriz Soto Boni Curso de Enfermagem da Faculdade de Medicina de Marília, Brasil
  • Kátia Terezinha Alves Rezende Faculdade de Medicina de Marília, Brasil
  • Fernanda Moerbeck Cardoso Mazzetto Faculdade de Medicina de Marília, Brasil
  • Sílvia Franco da Rocha Tonhom Faculdade de Medicina de Marília, Brasil
  • Milena Rezende Secretaria Municipal de Saúde de Marília, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.36367/ntqr.8.2021.880-889

Palavras-chave:

Psicotrópicos, Assistência à Saúde Mental, Prescrições de Medicamentos, Transtornos Mentais, Revisão

Resumo

A prescrição de psicofármacos e/ou psicotrópicos aumentou significativamente nos últimos anos, sendo essa classe de medicamento, uma das mais prescritas atualmente. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura em que a busca foi realizada no BVS, selecionado as bases de dados LILACS e BDENF. Foram analisados 20 artigos de periódicos publicados no período de 2009 a 2019, nos idiomas inglês, português e espanhol. Os resultados mostram que o país de maior produção dos artigos foi o Brasil e indicam que desde o adulto jovem até o idoso são os principais usuários desses medicamentos. Entre os psicofármacos e/ou psicotrópicos mais prescritos estão o Clonazepam, Diazepam e Fluoxetina e os principais prescritores são os clínicos gerais. As situações em que esses medicamentos são prescritos são queixas de ansiedade e insônia. Em relação ao tempo de uso dessas medicações, há prevalência do uso entre três a seis anos. Conclui-se que o uso dessa classe de medicamentos é altamente prevalente, demonstrando a necessidade de Educação Continuada e Permanente em Saúde Mental a esses profissionais, ressaltando o uso racional desses medicamentos.

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Publicado

2021-07-08

Como Citar

Beatriz Soto Boni, Kátia Terezinha Alves Rezende, Fernanda Moerbeck Cardoso Mazzetto, Sílvia Franco da Rocha Tonhom, & Milena Rezende. (2021). O uso de psicofármacos e/ou psicotrópicos: Uma revisão integrativa. New Trends in Qualitative Research, 8, 880–889. https://doi.org/10.36367/ntqr.8.2021.880-889