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Amanda Castelão Sousa

Rafael Riani de Mendonça

Valéria da Silva Trajano

Resumen

O ensino em Biossegurança ainda se encontra em estágio incipiente no Brasil e pouco se conhece sobre essas práticas na área de saúde nos diferentes níveis de ensino. Entretanto, os profissionais de saúde e estudantes da área convivem com riscos constantes provenientes de materiais biológicos de suas atividades. Neste estudo objetivamos compreender como o ensino de Biossegurança se desenvolve no território brasileiro. Para tanto, desenvolvemos uma abordagem qualitativa baseada em uma revisão integrativa no intuito de responder a questão: Como o ensino de contenção de riscos (biossegurança) é abordado nos diferentes níveis de ensino dessa área no Brasil? Nossos resultados demonstraram que o ensino em Biossegurança e as publicações estão centrados na região sudeste, por ser uma região de maior concentração de universidades e instituições de pesquisa. Há falhas no ensino de Biossegurança referente à vacinação, EPI, riscos ocupacionais e precaução universal, com relatos de acidentes de trabalho. O ensino está fragmentado, compartimentalizado e as metodologias empregadas são tradicionais. A nosso ver, um ensino baseado em metodologias ativas, cujos estudantes são protagonistas na construção de conhecimentos sobre Biossegurança, pode ser um dos caminhos para um processo ensino e aprendizagem mais efetivos e significativos para estudantes e profissionais. 

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Sección
Estudios empíricos con reflexión metodológica

Cómo citar

Sousa, A. C., Riani de Mendonça, R., & Trajano, V. da S. (2020). Contenção de riscos no Brasil: Uma questão de ensino? New Trends in Qualitative Research, 2, 168-181. https://doi.org/10.36367/ntqr.2.2020.168-181
Referencias