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Inês Agostinho

Neuza Reis https://orcid.org/0000-0002-8126-765X

Luis Sousa https://orcid.org/0000-0002-9708-5690

Rogério Ferreira https://orcid.org/0000-0001-5180-2036

Marcelle Miranda da Silva https://orcid.org/0000-0003-4872-7252

Cristina Baixinho https://orcid.org/0000-0001-7417-1732

Resumen

Introdução: A translação do conhecimento para os contextos clínicos, em saúde, enfrenta desafios complexos com os resultados de investigação a demorarem a influenciar as políticas de saúde e as intervenções. A Organização Mundial de Saúde consciente da necessidade de se desenvolverem ecossistemas de evidência clínicos aponta uma série de recomendações; Objetivos: Este artigo pretende responder à questão: ‘Quais os contributos da pesquisa qualitativa para o desenvolvimento de ecossistemas de evidência na clínica em saúde? Métodos: A partir da revisão da literatura e da experiência dos autores (com a investigação qualitativa e a translação do conhecimento) pretende-se explorar esta temática, quais as vantagens da investigação qualitativa, a importância da sua aplicação no cuidado centrado na pessoa e no desenvolvimento dos ecossistemas de evidência. Resultados. Uma visão diferenciadora sobre a investigação e os modelos de translação de conhecimento contribui para o desenvolvimento de ecossistemas de evidência, onde desde o desenho do estudo ao uso dos resultados de investigação há co-construção e pelos diferentes atores do processo: cidadãos, profissionais de saúde, gestores e decisores políticos.  Conclusões. A investigação qualitativa permite o cuidado centrado, o desenho de intervenções que tenham em conta as preferências e crenças da pessoa, contribuindo para uma prática baseada na evidência e para o desenvolvimento dos ecossistemas de evidência.

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Sección
Estudios empíricos con reflexión metodológica

Cómo citar

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