##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Adriana de Almeida Adriana https://orcid.org/0000-0003-4953-740X

Heloisa Josiele Santos Carreiro https://orcid.org/0000-0002-2141-3352

Nádia Souza de Araújo Coral https://orcid.org/0000-0003-0854-6043

Tatiane Oliveira Santos Pereira Abreu https://orcid.org/0000-0002-7198-7936

Resumo

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Brasil é uma modalidade da educação que abrange indivíduos que foram cerceados do direito de frequentar a escola em idade própria. No âmbito das inúmeras reformas educacionais implementadas no país, a formação tem sido discutida e avaliada tendo em vista as mudanças significativas ocorridas nos processos produtivos, na organização do trabalho, nas novas tecnologias e nas políticas públicas educacionais. Objetiva-se problematizar a formação inicial de professores da EJA, a partir da importância da literatura e das tecnologias digitais em processos alfabetizadores, identificando formas de inserção de obras literárias como acesso aos bens culturais nacionais. A metodologia de pesquisa, de natureza qualitativa, mapeou estudos, pesquisas e ações extensionistas produzidas em âmbito digital e nos ateliês de formação de professores promovidos pela universidade pública em escolas da região Leste Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Dos resultados, verificou-se a intensificação da utilização da literatura e da poesia e, particularmente, com a utilização de diferentes meios digitais como principais vias metodológicas em sala de aula. Como forma de investigação da narrativa, utilizou-se a aplicação de questionários a quarenta professores. A partir dessa análise qualitativa, foi possível problematizar as práticas de Formação Inicial e Continuada de professores, e colaborar com os processos didáticos-pedagógicos das práticas docentes a fim de garantir o direito à educação.


 

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Seção
Estudos Empíricos com Reflexão Metodológica

Como Citar

Adriana, A. de A., Santos Carreiro, H. J., Souza de Araújo Coral, N., & Oliveira Santos Pereira Abreu, T. (2024). A Educação de Jovens e Adultos, a Formação De Leitores e Dimensões Interativas com as Tecnologias. New Trends in Qualitative Research, 20(1), e807. https://doi.org/10.36367/ntqr.20.1.2024.e807
Referências

Brasil, Ministério da Educação. (2021). Resolução nº 01 de 25 de maio de 2021. Brasília. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=191091-rceb001-21&category_slug=junho-2021-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 25 out. 2022.

Brasil. (2019). Diretrizes para ensino de Computação na Educação Básica. Sociedade brasileira de computação. Disponível em: <https://www.sbc.org.br/educacao/diretrizes-para-ensino-de-computacao-na-educacao-basica>. Acesso em: 25 out. 2022.

Brasil. (2019). Pesquisa nacional por Amostra de domicílio contínua (Pnad 2019). Disponível em https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18317-educacao.html#:~:text=No%20Brasil%2C%20segundo%20a%20Pesquisa,havia%20sido%206%2C8%25. Acesso em: 20 nov.2019.

Brasil. (2021). Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Resumo Técnico: Censo Escolar da Educação Básica 2021. Brasília, DF: Inep.

Bakhtin, M. (2003). A estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes.

Bates, T. (2016). Mudanças fundamentais na educação. In:_____. Educar na era digital: design, ensino e aprendizagem. São Paulo: Artesanato educacional, p.49-73. Disponível em: <http://www.abed.org.br/arquivos/Educar_na_Era_ Digital.pdf>. Acesso em: 30 set. 2022.

Cagneti, S. de S. (2013). Leituras em contraponto: novos Jeitos de ler São Paulo: Paulinas.

Candido, A. (2011). O direito à literatura. In.: Vários Escritos. (5 ed.). Rio de Janeiro, RJ, Brasil: Ouro sobre Azul.

Cereja, W. R. (2005). Ensino da literatura: uma proposta dialógica para o trabalho com literatura. São Paulo: Atual.

Compagnon, A. (2001). O demônio da Teoria – Literatura e senso comum. UFMG: Belo Horizonte.

Cosson, L. (2006). Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto.

Eco, U. (2003). Sobre a literatura. Tradução: Eliane Junke. Rio de Janeiro: Record.

Foucambert, J. (1994). A leitura em questão. Porto Alegre: Artes Médicas.

Goulart, C. (2009). Sujeitos, espaços educativos e processos de ensino-aprendizagem: uma discussão a partir de Bakhtin. Revistas Teias. V. 10 n. 19.

Minayo, M. C.; Neto, O. C. (1992). O trabalho de campo como descoberta e criação. In: MINAYO, C.S.; Deslandes, S.F.; Neto, O. C. Pesquisa social: teoria, método e criatividade (org.). Rio de Janeiro: Vozes.

Passos, E. & Barros, R. B. (2009). A cartografia como método de pesquisa-intervenção. In E. Passos, V. Kastrup, & L. Escóssia (Eds.), Pistas do método da cartografia: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 17- 31.

Raabe, A; Brackmann, C. P; Campos, F. (2020). Currículo de Referência em Tecnologia e Computação: da educação infantil ao ensino fundamental. 2 ed, São Paulo: CIEB, 104p.

Santos Filho, J. C. (1995). Pesquisa quantitativa versus pesquisa qualitativa: o desafio paradigmático. In: Pesquisa educacional: quantidade-qualidade / José Camilo dos Santos Filho; Silvio Sánchez Gamboa (org.). São Paulo: Cortez.

Severino, A. J. (2013)Metodologia do trabalho científico [livro eletrônico] / Antônio Joaquim Severino. -- 1. ed. -- São Paulo : Cortez.

Scieska, J. (1993) A verdadeira história dos três porquinhos. São Paulo. Companhia das Letrinhas.

Soares, M. (2003) Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica.

Todorov, T. (2009). A literatura em perigo. Rio de Janeiro: Editora Difel.

Volóchínov, V. N. (2013) A construção da enunciação e outros ensaios. São Carlos: Pedro & João Editores.