##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Wellington Severino Alves Mamedes https://orcid.org/0000-0003-0817-8375

Dinair Ferreira Machado https://orcid.org/0000-0003-3006-7110

Margareth Aparecida Santini de Almeida https://orcid.org/0000-0002-4603-2513

Resumo

A violência contra a mulher, o distanciamento masculino do cuidado em saúde primário e a discriminação contra as pessoas LGBTQIA+, lésbicas, gays, bissexuais, transgênero, queer, intersexo, assexual, são expressões do construto social de gênero que estão postas como desafios aos profissionais de saúde, que devem    desenvolver estratégias de enfrentamento a essas iniquidades sociais em saúde. Por outro lado, a ordem societária pautada na desigualdade de gênero cria barreiras de acesso aos serviços de saúde e consecutivamente aumentam as disparidades sociais. Este estudo objetivou identificar, na literatura, os fatores que contribuíram para a (re) produção da desigualdade de gênero no âmbito da Atenção Primária à Saúde brasileira. Para isso, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, cuja amostra final foi composta por 40 artigos. A coleta de dados foi realizada nas bases de dados: Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Os estudos foram selecionados por meio dos descritores controlados combinados com operadores booleanos: (Gender and Health OR Género y Salud OR Gênero e Saúde) AND (Primary Health Care OR Atención Primaria de Salud OR Atenção Primária à Saúde).  No corpus de analise, destacou-se a prevalência dos estudos qualitativos. Os estudos evidenciaram que, nos serviços de atenção primária, a concepção de gênero é orientado por preceitos biologizantes, frutos de um modelo de atenção em saúde biomédico que além de fragmentar as ações dos profissionais de saúde, impede que haja uma abordagem sociocultural de emancipação, corroborando assim para efetivação e naturalização da desigualdade de gênero.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Seção
Estudos Empíricos com Reflexão Metodológica

Como Citar

Wellington Severino Alves Mamedes, Dinair Ferreira Machado, & Margareth Aparecida Santini de Almeida. (2023). DESIGUALDADE DE GÊNERO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA. New Trends in Qualitative Research, 18, e891. https://doi.org/10.36367/ntqr.18.2023.e891
Referências

Alburquerque, G.A., Leite, M.F., Belém, J.M., Nunes, J.F.C., Oliveira M.A, & Adami, F. (2014). O homem na atenção básica: percepções de enfermeiros sobre as implicações do gênero na saúde. Esc Anna Nery, 18(4), 607-614. DOI: 10.5935/1414-8145.20140086.

Almeida, L.R., Silva, A.T.M.C., & Machado, L.S. (2014). O objeto, a finalidade e os instrumentos do processo de trabalho em saúde na atenção à violência de gênero em um serviço de atenção básica. Interface, 18(48), 47-60. https://doi.org/10.1590/1807-57622014.0560.

Arruzza, C., Bthattacharya, T., & Fraser, N. (2019). Feminismo para os 99%: um manifesto. São Paulo: Boitempo.

Azeredo YN, Schraiber LB. (2021). Autoridade, poder e violência: um estudo sobre humanização em saúde. Interface (Botucatu), 25(1), 1781-1791.

Baraldi, A.C.P., Almeida, M.A., Perdoná, C.G., & Vieira, M.E. (2012). Violência contra a mulher na rede de atenção básica: o que os enfermeiros sabem sobre o problema? Rev Bras Saúde Mater Infant, 12(3), 307-318.

Barreto, M.D.A.S., Arruda, G.D.E.O., & Marcon, S.S. (2016). Como os homens adultos utilizam e avaliam os serviços de saúde. Rev Eletron Enferm, 17(3), 1-8. https://doi.org/10.5216/ree.v17i3.2962.

Barros, C.R.S., & Schraiber, L.B. (2017). Violência por parceiro íntimo no relato de mulheres e de homens usuários de unidades básicas. Rev Saúde Pública, 51(7), 1-10.https://doi.org/10.1590/S1518-8787.2017051006385.

Borsoi, T.S., Brandão, E.R., & Cavalcanti, M.L.T. (2009). Ações para o enfrentamento da violência contra a mulher em duas unidades de atenção primária à saúde no município do Rio de Janeiro. Interface (Botucatu), 13(28),165-174.https://doi.org/10.1590/S1414-32832009000100014.

Brito, R.S., & Santos, D.L.A. (2014). Entraves para a implementação de programas assistenciais dirigidos ao público masculino: visão de profissionais de saúde. Rev Enferm UERJ, 21(5), 654-659. https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/article/view/10044>.

Butler, J. (2015). Corpos que importam/Bodies that matter. Sapere Aude, 6(11), 12-16. Recuperado de http://periodicos.pucminas.br/index.php/SapereAude/article/view/9979.

Camargo, K.R de. (2021). Science health, and human rights. Global Public Health, 17(11), 3019-3118. https://doi.org/10.1080/17441692.2021.195080.

Cecílio, L.C.O., & Reis, A.A.C. (2018). Atenção básica como eixo estruturante do SUS: quando os nossos consensos já não bastam. Cad. Saúde Pública, 34 (8), 35-38. https://doi.org/10.1590/0102-311X00136718.

Chaves, J.B., Fernandes, S.C.S, & Bezerra, D.S. (2018). A ausência masculina na atenção primária à saúde: uma análise da Teoria da Ação Planejada. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, 9(3), 38-57.http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2236-64072018000300004&lng=pt&nrm=iso.

Christoffersen, A., & Hankivsky,O. (2021). Responding to iniquities in public policy: is GBA +the right way to operationalize intersectionality?. Canadian public administration, 23(3), 524-538. In: https://go.gale.com/ps/i.do?id=GALE%7CA681308364&sid=googleScholar&v=2.1&it=r&linkaccess=abs&issn=00084840&p=AONE&sw=w&userGroupName=anon%7Ec2cdae0a.

Coelho, E.A.C., Oliveira, T.C.S., Oliveira, F.J.O.,& Almeida, M.S. (2009). Integralidade do cuidado à saúde da mulher: limites da prática profissional. Esc Anna Nery, 13(1), 154-160. https://doi.org/10.1590/S1414-81452009000100021 .

Connell, R.W. (2020). The social organization of masculinity. In Mccann, C., KIm, S.k., Ergun, E(Org.) Feminist theory reader: local and global perspective (pp. 1-532). Routledge. https://doi.org/10.4324/9781003001201.

Costa Campos, K. F., Marques, R. de C., Ceccim, R. B., & Silva, K. L. (2019). Educação permanente em saúde e modelo assistencial: correlações no cotidiano do serviço na Atenção Primária à Saúde. APS EM REVISTA, 1(2), 132–140. https://doi.org/10.14295/aps.v1i2.28.

Costa, M.C., Lopes, & M.J.M, Soares, J.S.F. (2015). Violência contra mulheres rurais: gênero e ações de saúde. Esc Anna Nery, 19(1), 162-168. DOI: 10.5935/1414-8145.20150022.

Costa, M.C., Lopes, M.J.M., & Soares, J.S.F. (2014). Representações Sociais da violência contra mulheres rurais: desvelando sentidos em múltiplos olhares. Rev Esc Enferm USP, 48(2):213-221. doi: 10.1590/S0080-623420140000200003.

Couto, M.T., Pinheiro, T.F., Valença, O., Machin, R., Silva, N.S.G., Gomes, R., Scharaiber, B.L., & Figueiredo, W.S. (2010). O homem na atenção primária à saúde: discutindo (in) visibilidade a partir da perspectiva de gênero. Interface, 14(33), 257-270. https://doi.org/10.1590/S1414-32832010000200003.

D' Oliveira, A.F.P.L., Schraiber, L.B., Hanada, H., & Durand, J. (2009). Atenção integral à saúde de mulheres em situação de violência de gênero: uma alternativa para a atenção primária em saúde. Cienc Saude Colet, 14(4),1037-1050. https://doi.org/10.1590/S1413-81232009000400011.

Ferrante, F.G de., Santos, M.A., & Vieira, E.M. (2009). Violência contra a mulher: percepção dos médicos das unidades básicas de saúde da cidade de Ribeirão Preto, São Paulo. Interface (Botucatu), 13(31), 287-299. https://doi.org/10.1590/S1414-32832009000400005.

Figueiredo, W.S. (2005). Assistência à saúde dos homens: um desafio para os serviços de atenção primária. Cienc Saude Colet, 10(1), 105-109. https://doi.org/10.1590/S1413-81232005000100017.

Figueiredo, W.S., & Schraiber, L.B. (2011). Concepções de gênero de homens usuários e profissionais de saúde de serviços de atenção primária e os possíveis impactos na saúde da população masculina, São Paulo, Brasil. Cienc Saude Colet, 16 Supl 1, 935-944. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-81232011000700025.

Gaino, L.V., Almeida, L.Y, Oliveira, J.L., Nievas, A.F., Saint-Arnault D., & Souza, J. (2019). O papel do apoio social no adoecimento psíquico de mulheres. Rev Lat Am Enfermagem , 27, 1-12. doi: 10.1590/1518-8345.2877.3157.

Garbois J.Á., Sodré, F., & Dalbello-Araujo, M. (2017). Da noção de determinação social à de determinantes sociais da saúde. Saúde Debate; 41(112), 63-76. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0103-1104201711206.

Giordani,J.M.M., Unfer, B., Merhy, E.E., & Hilgert, J.B. (2020). Revisão sistemática na atenção primária à saúde. Revista de APS, 23 (1), 7-25. https://doi.org/10.34019/1809-8363.2020.v23.16690.

Gomes, R., Moreira, M.C.N., Nascimento, E.F., Rebello, L.E.F.S., Couto, M.T., & Schraiber, L.B. (2011). Os homens não vêm! Ausência e/ou invisibilidade masculina na atenção primária. Cienc Saude Colet; 16(supl 1):983-992. https://doi.org/10.1590/S1413-81232011000700030.

Gomes, R., Schraiber, L.B., Couto, M.T., Valença, O.A.A., Silva, G.S.N, Figueiredo, W.S., Barbosa, M.R, Pinheiro, F.T. (2011). O atendimento à saúde de homens: estudo qualitativo em quatro Estados Brasileiros. Physis, 21(1), 113-128. https://doi.org/10.1590/S0103-73312011000100007.

Gurgel, D.G., Sousa, I.M.C., Oliveira, S.R., Santos, F.A.S., & Diderichsen, F. (2017). The National Health Services of Brazil and Northern Europe:Universality, Equity,and Integrality—Time Has Come for the Latter. International Journal of Health Services, 47(4), 690–702. DOI: 10.1177/0020731417732543.

Hankivsky, O., Hunting, G. (2021). Gender-Transformative Public Health Approaches. In: Gahagan, J., Bryson, M.K. (eds) Sex- and Gender-Based Analysis in Public Health. Springer, Cham. https://doi.org/10.1007/978-3-030-71929-6_12.

Hasse, M., & Vieira, E.M. (2014). Como os profissionais de saúde atendem mulheres em situação de violência? Uma análise triangulada de dados. Saúde Debate, 38(102), 482-493. https://doi.org/10.5935/0103-1104.20140045 .

Hirt, M.C., Costa, M.C., Arboit, M.T.L., Hesler, L.Z., & Silva, E.B. (2017) Representações sociais da violência contra mulheres rurais para um grupo de idosas. Rev Gaúcha Enferm, 38(4), 1-8. http://dx.doi.org/10.1590/1983-1447.2017.04.6820.

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. (2022). Atlas da violência 2022.https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/artigos/9144-dashboardviolenciamulherfinal-1.pdf.

Leite, R.V., & Pereira, A.P.C.M. (2018). Cuidado do agente comunitário de saúde junto a população masculina. Rev Baiana Saúde Pública, 42(1), 158-177. https://issuu.com/rbspsesab/docs/revista_v42_n1_2018.

Machado D.F., Castanheira, E.R.L., & Almeida, M.A.S. (2021). Interseções entre socialização de gênero e violência contra a mulher por parceiro íntimo. Cienc Saude Colet, 26 (3), 1-10. https://doi.org/10.1590/1413-812320212611.3.02472020.

Machin, R., Couto, M.T., Silva, G.S.N., Schraiber, L.B., Gomes, R., Figueiredo, W.S., Valença, O.A, & Pinheiro, T.F. (2011). Concepções de gênero, masculinidade e cuidados em saúde: estudo com profissionais de saúde da atenção primária. Cienc Saude Colet, 16(11), 4503-4512. https://doi.org/10.1590/S1413-81232011001200023.

Mello, L., Perilo, M., Braz, A.C., & Pedrosa, C. (2011). Políticas de saúde para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no Brasil: em busca de universalidade, integralidade e equidade. Sexual Salud Soc, 1 (9), 7-28. https://doi.org/10.1590/S1984-64872011000400002.

Mendonça, C.S., Machado D.F., & Almeida, M.A.S. (2020). Violência na Atenção Primária em Saúde no Brasil: uma revisão integrativa da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 25 (6), 2247-2257.https://doi.org/10.1590/1413-81232020256.19332018.

Moreira, R.L.S.F., Fontes, W.D., Barboza, T.M. (2014).Dificuldades de inserção do homem na atenção básica à saúde: a fala dos enfermeiros. Esc Anna Nery, 18(4), 615-621. DOI: 10.5935/1414-8145.20140087.

Moura, E.C., Santos, W., Neves, A.C.M. Gomes, R., Schwarz, E. (2014). Atenção à saúde dos homens no âmbito da Estratégia Saúde da Família. Cienc Saude Colet, 19 (2), 429-438. https://doi.org/10.1590/1413-81232014192.05802013.

Nascimento, A. C. de O. (2019). Brinquedos Têm Sexo? O Que Pensam as Educadoras sobre a Divisão Sexual dos Brinquedos Infantis?. SER Social, 21(45), 413–434. https://doi.org/10.26512/ser_social.v21i45.24030.

Nicolau, S.M., Schraiber, L.B., & Ayres, J.R.C.M. (2013). Mulheres com deficiência e sua dupla vulnerabilidade: contribuições para a construção da integralidade em saúde. Ciênc Saúde Colet, 18(3), 863-872. https://doi.org/10.1590/S1413-81232013000300032.

Oliveira, É.C.S., Pezzato, L.M., & Mendes, R. (2018) Às margens do cuidado: regulações de gênero em uma equipe de saúde. Physis, 28(2), 1-20.https://doi.org/10.1590/S0103-73312018280208.

Oliveira, M.M., Daher, D.V., Silva, J.L.L,. & Andrade, S.S.C.A. (2015). A saúde do homem em questão: busca por atendimento na atenção básica de saúde. Cienc Saude Colet ; 20(1), 273-278. DOI: 10.1590/1413-81232014201.21732013.

Oliveira, P.P., Santos, W.J, Viegas, S.M.F, Silveira, E.A.A., & Rodrigues, A.B. (2015). Vivência de homens no contexto da Atenção Primária de Saúde. Invest Educ Enferm, 33(2), 227-236. https://doi.org/ 10.1590/1413-81232014201.21732013.

Organização Mundial da Saúde. (2018). Violence against women prevalence estimates, 2018. OMS. https://who.canto.global/s/KDE1H?viewIndex=0&column=document&id=tfgc8uqvuh0b1157tevomtch1j.

Pateman, C. (1988). The sexual contract. Stanford: Stanford University Press.

Pereira, M.C.A,. & Barros, J.P.P. (2015). Públicos masculinos na estratégia de saúde da família: estudo qualitativo em Parnaíba-PI. Psicol Soc, 27(3), 587-598. https://doi.org/10.1590/1807-03102015v27n3p587.

Pinheiro, R., & Matos, R. de A (organizadores). (2009). Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro, UERJ, IMS: Abrasco, 1-184. Disponível em: https://cepesc.org.br/wp-content/uploads/2013/08/Livro-completo.pdf. Acesso em: mar.2020.

Pinheiro, T.F., & Couto, M.T. (2013). Sexualidade e reprodução: discutindo gênero e integralidade na Atenção Primária à Saúde. Physis, 23(1), 73-92. DOI:https://doi.org/10.1590/S0103-73312013000100005.

Pinheiro, T.F., Couto, M.T., & Silva, G.S.N. (2011). Questões de sexualidade masculina na atenção primária à saúde: gênero e medicalização. Interface, 15(38), 845-858.https://doi.org/10.1590/S1414-32832011000300018.

Saffioti, H.I.B. (2015). Gênero, patriarcado, violência.São Paulo. Expressão Popular.

Santos, K.O., & Santos E.M. (2017). Onde estão os homens? O que os distancia ou os aproxima dos serviços da atenção primária à saúde. Semina: Cienc Biol Saúde, 38(1), 79-88. http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2017v38n1p79.

Santos, W.J. (2018). Violência doméstica contra a mulher perpetrada por parceiro íntimo: representações sociais de profissionais da Atenção Primária à Saúde. Rev Pesqui Cuid Fundam. 10(3), 770-777. http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2018.v10i3.770-777.

Schraiber L.B., Barros, C.R.S., Couto, M.T., Figueiredo, W.S., & Albuquerque, F.P. (2012). Homens, masculinidade e violência: estudo em serviços de atenção primária à saúde. Rev Bras Epidemiol, 15(4), 790-803.

Schraiber, L.B., Figueiredo, W.S,. Gomes, R., Couto, M.T., Pinheiro, T.F., Machin, R., Silva, G.S.N., & Valença, O. (2010). Necessidades de saúde e masculinidades: atenção primária no cuidado aos homens. Cad Saude Publica ; 26(5), 961-970. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2010000500018.

Scott, J. (1995). Gênero: uma categoria útil para a análise histórica. Educ Real, 20(2), 71-99.

Signorelli M.C., Auad, D., & Pereira, P.P.G. (2013). Violência doméstica contra mulheres e a atuação profissional na atenção primária à saúde: um estudo etnográfico em Matinhos, Paraná, Brasil. Cad Saúde Pública, 29(6), 1230-1240.

Signorelli, M.C., Taft, A., & Pereira, P.P.G. (2018). Violência doméstica contra mulheres, políticas públicas e agentes comunitários d e saúde na atenção primária brasileira. Cienc Saude Colet ; 23(1), 93-102. https://doi.org/10.1590/1413-81232018231.1656201.

Silva, A.L.R., Finkle, M., & Moretti-Pires, R.O. (2019). Representações sociais de trabalhadores da atenção básica à saúde sobre pessoas LGBT. Trab Educ Saúde, 17(2), 93-102. https://doi.org/10.1590/1981-7746-sol00197.

Silva, CF., Alves, HLC., Magalhães, BC., Silva, MMO., Tavares, NBF., Albuquerque, GA.(2021). Sobreviver é preciso: A diversidade de gênero no acesso aos serviços de saúde. Gênero, 22 (1), 1-19. DOI: https://doi.org/10.22409/rg.v22i1.

Solano, L.C., Bezerra, M.A.C., Medeiros, R.S., Carlos, E.F., Carvalho, F.P.B, & Miranda, F.A.N. (2017). O acesso do homem ao serviço de saúde na atenção primária. Rev Pesqui Cuid Fundam, 9(2), 302-308. http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2017 v9i2.302-308.

Whittemore, R., & Knafl, K. (2005). The integrative review: updated methodology. Journal of Advanced Nursing, 52(5), 546–553. https://doi.org/https://doi.org/10.1111/j.1365-2648.2005.03621.x.